segunda-feira, novembro 29, 2010
sexta-feira, novembro 26, 2010
É proibido o acthim
Um dos "terrores" das grávidas é apanhar uma gripe. Não que afecte o bebé mas porque a mãe não pode tomar as habituais drogas (anti-inflamatórios, anti-histamínicos, antibióticos, etc e tal) com que habitualmente combate o maledetto vírus.
Só lhe é permitido o bom e velho paracetamol, que é muito bom para as dores e febre até x de temperatura. Mas tratar da bela da garganta, nicles.
Nesta primeira onda de frio todos os cuidados são poucos. E mais vale atafulhar-me em roupa e ter calor, do que arriscar os acthins!
quinta-feira, novembro 25, 2010
Gabriel
fonte: Suz
Olho para os últimos meses e sorrio. Parece que passaram muito rápido, mas ao mesmo tempo não. Aquele choque inicial já está longe do meu pensamento. Sinto que o meu estado actual é algo que sempre fez parte de mim.
Os enjoos matinais. Suspeitos..
O teste da famácia - positivo!
Mas como sou pessoa ponderada, calma, pode ser engano. Há que ir ao médico comprovar. E a perna, têm de me acompanhar nessa situação.
A ida ao médico. A confirmação. Aquele pontinho no ecrã com 1,6cm, a mexer ao ritmo do coraçãozinho - tumtumtumtumtumtum - tão rápido e forte :)
Uma segunda médica para acompanhar o caso da perna. A odisseia da medicação a tomar. O regresso das injecções - de malditas a benditas, mas traumáticas, sempre. A rejeição de certos alimentos (fritos, gorduras) e a procura e desejo daqueles mais adequados (melão, agrião, laticínios). A Natureza é sábia e o nosso organismo indica-nos o caminho certo :)
A 1ª ecografia, às 12 semanas. O feijãozinho em todo o seu esplendor :) A médica arrisca um palpite sobre o sexo, mas achei prudente salvaguardar possíveis enganos. Mais tarde, confirmou-se, e sem qualquer margem para dúvida: it's a boy :) e será Gabriel.
Pouco a pouco noto que estou a ficar mais lenta, de pensamento, de movimentos, com falhas de memória. Uma clara partilha de recursos :) A barriguinha começa a empinar, mas a roupa ainda serve. Excepto os soutiens; todas as grávidas acabam por ir lá parar um dia, e eu não seria excepção: Pré-Natal. Aconselharam-me os da Zippy mas não gostei muito. Mais tarde descobri os da H&M e também são bons. Só às 18 semanas é que investi em calças de grávida. A ver: Modalfa e H&M.
Também não escapei à dúvida cruel que assalta todas as marinheiras de primeira viagem: será que é o bebé a mexer ou são gases? Não há que ter vergonha de assumir, a nossa tripa também mexe e, sim, é legítimo confundir nas primeiras vezes. Até porque os primeiros movimentos do bebé são muito ténues. Nada daqueles pontapés de futebolista - isso é mais para a frente.
Tive a certeza pelas 18 semanas :) O que ajudou a desfazer as dúvidas foi o local da barriga onde senti movimento: mais em baixo, onde só poderia estar o útero. É uma emoção sem fim. É vida dentro de mim!
O carinho da família e dos amigos. É um calor que nos envolve e aquece o coração. Sente-se a energia positiva a transitar de pessoa em pessoa. É tão bom :)
Impossível não lembrar esta canção. E ler o amor que sinto pelo meu filho nas entrelinhas da letra:
terça-feira, novembro 23, 2010
sábado, novembro 06, 2010
E de repente..
fonte: Fashionzzz
..tudo parou.
Bom, tudo, tudo não. O stress, o bulício, os nerves gratuitos e totalmente desnecessários, esses sim. E de repente, uma imensidade de tempo disponível. Como se tivesse saído o jackpot do Banco do Tempo.
Cai uma enxurrada de pensamentos, todas aquelas pendências que fui acumulando ao longo dos anos (gostaria de fazer isto, aquilo, inciar coisas, finalizar outras). Um rol que parecia impossível de pôr em prática.
Bem, the time is now.
quarta-feira, setembro 29, 2010
quarta-feira, setembro 22, 2010
Supermercado
Porque raio a malta que vai ao supermercado estaciona com a traseira do carro virada para dentro?
Depois das compras nem conseguem levar o carrinho até lá! E os que conseguem, devem esfolar os carros ao lado à grande e à francesa.
E porque nos iludimos que vamos apenas comprar os 2 items da nossa lista? Não, não é preciso saco, muito menos carrinho. Vou muito bem com as duas compritas na mão até ao estacionamento. Só vou levar um cestinho, só para não andar com as coisas na mão e atrapalhar-me a segurar compras e mala.
Uns minutos mais tarde, encosta-se o cesto cheio a um cantinho de um linear qualquer e toca de sair do supermercado para ir buscar um carrinho. E tomara que haja uma moeda na carteira para o conseguir tirar.
Fatal como o destino.
Depois das compras nem conseguem levar o carrinho até lá! E os que conseguem, devem esfolar os carros ao lado à grande e à francesa.
E porque nos iludimos que vamos apenas comprar os 2 items da nossa lista? Não, não é preciso saco, muito menos carrinho. Vou muito bem com as duas compritas na mão até ao estacionamento. Só vou levar um cestinho, só para não andar com as coisas na mão e atrapalhar-me a segurar compras e mala.
Uns minutos mais tarde, encosta-se o cesto cheio a um cantinho de um linear qualquer e toca de sair do supermercado para ir buscar um carrinho. E tomara que haja uma moeda na carteira para o conseguir tirar.
Fatal como o destino.
terça-feira, agosto 17, 2010
E porque já estou a ficar um bocado farta....
Aqui vai pequenitos (ao jeito da Pipoca): iluminai-vos!
Exemplificando: Ele disse que há/ à um acento na palavra
Ele disse que existe um acento na palavra
= Ele disse que há um acento na palavra.
O exemplo tenta demonstrar, que sendo possível substituir-se a palavra pela forma verbal "existe", ficamos a saber que devemos utilizar a forma do verbo haver, ou seja, "há".
Veja-se outro exemplo:
O Pedro vai à/há escola.
O Pedro vai existe escola (não faz sentido) = O Pedro vai à escola.
No entanto, nem sempre este truque resulta. Assim, aconselho um outro: substituir a palavra por "havia". Se a frase ficar com sentido, é porque se trata da forma "há", caso contrário, será a palavra "à".
in Em Bom Português
- à ou há
Exemplificando: Ele disse que há/ à um acento na palavra
Ele disse que existe um acento na palavra
= Ele disse que há um acento na palavra.
O exemplo tenta demonstrar, que sendo possível substituir-se a palavra pela forma verbal "existe", ficamos a saber que devemos utilizar a forma do verbo haver, ou seja, "há".
Veja-se outro exemplo:
O Pedro vai à/há escola.
O Pedro vai existe escola (não faz sentido) = O Pedro vai à escola.
No entanto, nem sempre este truque resulta. Assim, aconselho um outro: substituir a palavra por "havia". Se a frase ficar com sentido, é porque se trata da forma "há", caso contrário, será a palavra "à".
in Em Bom Português
segunda-feira, agosto 16, 2010
Eish! O Magnum Cone!
quinta-feira, julho 29, 2010
Ciao, Ciao Itália!
fonte: Google
Até nunca mais mê querido rigatoni!
Nunca mais posso degustar este prato, um dos meus favoritos, in loco!
E porquê, perguntam vocês? Por causa de um pêlo sem coerência, de um amadorismo burro por parte da gerência em lidar com situações do dia a dia, e de um livro de reclamações que não me pareceu nada legal (mas isso agora é com a Sra. ASAE).
Já me estou a imaginar a viver situações Seinfeldianas de implorar a amigos que me tragam um rigatoni em versão take away, quando as saudades apertarem!
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domingo, julho 25, 2010
quarta-feira, julho 14, 2010
terça-feira, julho 13, 2010
domingo, julho 04, 2010
quarta-feira, junho 23, 2010
domingo, junho 20, 2010
Mudanças: uma batalha com várias frentes
E dura.
Ainda não terminou a mudança.
Depois do dia da distribuição das mobílias e objectos por várias aldeias, consoante a necessidade de cada um, há ainda muito que fazer.
Das três frentes de batalha, passaram a duas. Desistiu-se de uma casa, de um projecto, e toca a transformar uma vida em duas. Mas não esquecer a rectaguarda, o local de escape que tantos anos esteve parado. Chegou a vez do Oeste se compor.
Hoje já consegui organizar as mobílias e afins. A disposição da sala não agradou à primeira. O tal conflito do velho vs. novo, o nunca romper com o passado mas ter de acolher o futuro. Sigh, isto tem de ser com muita calma.....
Agora, falta limpar a fundo e limar umas arestas. Algo animador para a próxima visita: a Cruz Vermelha recebe roupas! Finalmente posso fazer uma selecção do que já não é usado mas ainda está bom para o ser.
A outra frente de batalha afigura-se como um Adamastor... mete medo, perco a coragem só de olhar..
De bom grado trocava com a malta do futebol. Até porque na escola sempre me disseram que rematava muito bem com o pé esquerdo :P
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sábado, junho 19, 2010
From Twitter to the world
Diz que foi publicado pelo grupo parlamentar do PSD, e pouco tempo depois apagado. Googlando a frase "Levem o martelo, que o Saramago foice", encontramos vários print screen do referido tweet.
Parece-me um comentário meio parvo. Mas torna-se inacreditavelmente estúpido quando provém de um meio de comunicação oficial de um grupo parlamentar eleito com os votos dos cidadãos deste país.
Estão a representar quem os elegeu? Ou andam a brincar aos posts nas redes sociais?
Nem a propósito, fica a link para uma das petições mais interessantes dos últimos tempos. Tempos de crise, não esqueçamos:
Petição "Redução do número de deputados na Assembleia da República para metade."
quarta-feira, junho 16, 2010
terça-feira, junho 15, 2010
Que porra
Esta selecção dá cabo de uma pessoa! Nem sei o que é pior, se ver ou não ver :S
A sorte (?) é que o Brasil está que está irreconhecível.
Vai ser o Mundial dos pobres, estou mesmo a ver a Coreia do Norte e a Costa do Marfim passarem o grupo..
A sorte (?) é que o Brasil está que está irreconhecível.
Vai ser o Mundial dos pobres, estou mesmo a ver a Coreia do Norte e a Costa do Marfim passarem o grupo..
quinta-feira, junho 10, 2010
Falta um mesito, se tanto
Toca a praticar no Singstar :)
"Motorcycle Emptiness"
Culture sucks down words
Itemise loathing and feed yourself smiles
Organise your safe tribal war
Hurt maim kill and enslave the ghetto
Each day living out a lie
Life sold cheaply forever, ever, ever
Under neon loneliness motorcycle emptiness
Under neon loneliness motorcycle emptiness
Life lies a slow suicide
Orthodox dreams and symbolic myths
From feudal serf to spender
This wonderful world of purchase power
Just like lungs sucking on air
Survivals natural as sorrow, sorrow, sorrow
Under neon loneliness motorcycle emptiness
Under neon loneliness motorcycle emptiness
All we want from you are the kicks you've given us
All we want from you are the kicks you've given us
All we want from you are the kicks you've given us
All we want from you are the kicks you've given us
Under neon loneliness motorcycle emptiness
Under neon loneliness motorcycle emptiness
Drive away and it's the same
Everywhere death row, everyone's a victim
Your joys are counterfeit
This happiness corrupt political shit
Living life like a comatose
Ego loaded and swallow, swallow, swallow
Under neon loneliness motorcycle emptiness
Under neon loneliness motorcycle emptiness
Under neon loneliness motorcycle emptiness
Under neon loneliness everlasting nothingness
"Motorcycle Emptiness"
Culture sucks down words
Itemise loathing and feed yourself smiles
Organise your safe tribal war
Hurt maim kill and enslave the ghetto
Each day living out a lie
Life sold cheaply forever, ever, ever
Under neon loneliness motorcycle emptiness
Under neon loneliness motorcycle emptiness
Life lies a slow suicide
Orthodox dreams and symbolic myths
From feudal serf to spender
This wonderful world of purchase power
Just like lungs sucking on air
Survivals natural as sorrow, sorrow, sorrow
Under neon loneliness motorcycle emptiness
Under neon loneliness motorcycle emptiness
All we want from you are the kicks you've given us
All we want from you are the kicks you've given us
All we want from you are the kicks you've given us
All we want from you are the kicks you've given us
Under neon loneliness motorcycle emptiness
Under neon loneliness motorcycle emptiness
Drive away and it's the same
Everywhere death row, everyone's a victim
Your joys are counterfeit
This happiness corrupt political shit
Living life like a comatose
Ego loaded and swallow, swallow, swallow
Under neon loneliness motorcycle emptiness
Under neon loneliness motorcycle emptiness
Under neon loneliness motorcycle emptiness
Under neon loneliness everlasting nothingness









