2013 Reading Challenge

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Suz has read 1 book toward her goal of 5 books.
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domingo, setembro 16, 2012

15 de Setembro

Hoje senti isto tudo ao mesmo tempo:













Foi assim:







terça-feira, junho 05, 2012

Rebelião





Às vezes é preciso rebelião.
Contra o governo, contra o chico-espertismo, contra a chulice, contra as amarras que a sociedade nos impõe.
Contra a nossa própria indolência.

quinta-feira, dezembro 02, 2010

..if you dare!!

Esta é dedicada à NASA e a todos nós, neste dia que se espera ser de grandes revelações:


terça-feira, agosto 17, 2010

E porque já estou a ficar um bocado farta....

Aqui vai pequenitos (ao jeito da Pipoca): iluminai-vos!

  • à ou há
A palavra à é facilmente confundida com a sua homófona há. Este segundo vocábulo é uma forma do presente do indicativo (3.ª pessoa do singular) do verbo haver. Este verbo tem várias significações e uma das formas de termos a certeza de que se trata da forma verbal, é substitui-la por um sinónimo, como "existe".

Exemplificando: Ele disse que há/ à um acento na palavra
                             Ele disse que existe um acento na palavra
                            = Ele disse que há um acento na palavra.

O exemplo tenta demonstrar, que sendo possível substituir-se a palavra pela forma verbal "existe", ficamos a saber que devemos utilizar a forma do verbo haver, ou seja, "há".

Veja-se outro exemplo:
O Pedro vai à/há escola.
O Pedro vai existe escola (não faz sentido) = O Pedro vai à escola.

No entanto, nem sempre este truque resulta. Assim, aconselho um outro: substituir a palavra por "havia". Se a frase ficar com sentido, é porque se trata da forma "há", caso contrário, será a palavra "à".


in Em Bom Português

quinta-feira, julho 29, 2010

Ciao, Ciao Itália!

fonte: Google


Até nunca mais mê querido rigatoni!
Nunca mais posso degustar este prato, um dos meus favoritos, in loco!

E porquê, perguntam vocês? Por causa de um pêlo sem coerência, de um amadorismo burro por parte da gerência em lidar com situações do dia a dia, e de um livro de reclamações que não me pareceu nada legal (mas isso agora é com a Sra. ASAE).

Já me estou a imaginar a viver situações Seinfeldianas de implorar a amigos que me tragam um rigatoni em versão take away, quando as saudades apertarem!

quarta-feira, julho 14, 2010

THE revolution

fonte: Suz

domingo, julho 04, 2010

Há gente assim




=



fontes: Google

domingo, junho 20, 2010

Mudanças: uma batalha com várias frentes




E dura.
Ainda não terminou a mudança.

Depois do dia da distribuição das mobílias e objectos por várias aldeias, consoante a necessidade de cada um, há ainda muito que fazer.

Das três frentes de batalha, passaram a duas. Desistiu-se de uma casa, de um projecto, e toca a transformar uma vida em duas. Mas não esquecer a rectaguarda, o local de escape que tantos anos esteve parado. Chegou a vez do Oeste se compor.

Hoje já consegui organizar as mobílias e afins. A disposição da sala não agradou à primeira. O tal conflito do velho vs. novo, o nunca romper com o passado mas ter de acolher o futuro. Sigh, isto tem de ser com muita calma.....

Agora, falta limpar a fundo e limar umas arestas. Algo animador para a próxima visita: a Cruz Vermelha recebe roupas! Finalmente posso fazer uma selecção do que já não é usado mas ainda está bom para o ser.

A outra frente de batalha afigura-se como um Adamastor... mete medo, perco a coragem só de olhar..
De bom grado trocava com a malta do futebol. Até porque na escola sempre me disseram que rematava muito bem com o pé esquerdo :P

sábado, junho 19, 2010

From Twitter to the world



Diz que foi publicado pelo grupo parlamentar do PSD, e pouco tempo depois apagado. Googlando a frase "Levem o martelo, que o Saramago foice", encontramos vários print screen do referido tweet.


Parece-me um comentário meio parvo. Mas torna-se inacreditavelmente estúpido quando provém de um meio de comunicação oficial de um grupo parlamentar eleito com os votos dos cidadãos deste país. 
Estão a representar quem os elegeu? Ou andam a brincar aos posts nas redes sociais?


Nem a propósito, fica a link para uma das petições mais interessantes dos últimos tempos. Tempos de crise, não esqueçamos:


Petição "Redução do número de deputados na Assembleia da República para metade."

domingo, maio 02, 2010

De azul para vermelho

É curioso que certas e determinadas empresas resolvam mudar a cor institucional no ano em que o campeão nacional será vermelho :)

segunda-feira, abril 26, 2010

Copiona

Como não posso ver nada, mudei a tromba do blogue.

Já há muito que andava para o fazer. Acho que precisava de um final push.. e de um site com templates de jeito :)

A purpose in life


fonte: Google



Creio que há 3 anos falei disto como um bom objectivo de vida a adoptar, tão válido como outro qualquer: conhecer as 7 maravilhas eleitas a 07/07/07.
É mais cómodo seguir uma lista feita por outrém.

Já cá tenho duas no meu currículo; faltam cinco..

quinta-feira, janeiro 21, 2010

Homens da Luta à Eurovisão!


fonte: Blitz




Toca a votar pá!


segunda-feira, janeiro 04, 2010

Avatar


fonte: Outnow



Não percebo as pessoas que me dizem que a estória do filme não tem nada de especial. Que é muito previsível. E que o filme vale pelos efeitos, sim, mas estavam à espera de mais.

Mais o quê, exactamente? Podem explicar?

Avatar cumpre tudo aquilo a que se propõe, tanto a nível de argumento como de construção. O argumento é riquíssimo, vão-se lixar! Está ao nível de O Senhor dos Anéis: mundos, línguas, todos os preciosismos pensados de raíz, nada é deixado ao acaso. Mas porque o James Cameron não é professor de linguística, não vamos reconhecer o argumento como bom para este filme?

A mensagem do fime fez-me lembrar o despertar de consciência ecológica conseguido com o Princess Mononoke. Repetitivo? E Copenhaga? Este filme vem na altura certa. A Humanidade é tacanha, precisa de filmes como o Avatar como um balde de água fria para acordarem para a realidade. "ah mas esta estória é parecida com as de outros filmes"; não são as guerras em que o mundo se mete parecidas? E não as continua a fazer?

E os efeitos? Sim, o Matrix tornou-se vintage. Um deslumbre absoluto desde a primeira incursão no mundo dos Na'vi, que só abandona o público quando se acendem as luzes da sala de cinema.
Tal como a personagem Jack Sully, é com um suspiro de pesar que retiramos os óculos 3D e quebramos a ligação àquele mundo. Fica a marca dos óculos no nariz (sempre são 3 horas!), e a vontade de ver o filme outra vez - até fazer crosta :P
(obrigada Medeia Card!!)

quarta-feira, novembro 25, 2009

It's a bird? It's a plane? No! It's global warming!




Numa altura em que se discute TGV sim ou não, a mensagem deste vídeo dá que pensar.

Eu continuo a achar que é muito mais emocionante e até romântico chegar a Praga de comboio..

:)


segunda-feira, novembro 09, 2009

Song for today




Free the world

sexta-feira, outubro 30, 2009

Death

Perturba-me a morte de pessoas da minha idade ou mais novas. Pessoas com quem lidei, seja muito de perto ou formalmente.

Faz-me impressão saber que aquela pessoa que tinha a vida pela frente tal como eu tenho, já não está cá. Não pode continuar aqui.

Passado o choque inicial, fica a certeza desta mental note: não vale a pena deixarmo-nos consumir pelo stress ou pelo trabalho. É uma tarefa como tantas outras que temos de desempenhar.

A vida são 2 dias e há que aproveitá-los bem.


domingo, outubro 18, 2009

Facebook vs. Blogues

De há uns tempos para cá que este tasco anda um bocadinho abandonado. Preguiças, castrações laborais, ausência de net no portátil, por aí. E também noto menos assiduidade nos blogues que visito na minha ronda pela net. Passar-se-à o mesmo com esses autores?
Penso que há mais qualquer coisa a perturbar o postanço nos blogues. Ou, pelo menos, a revolucionar a forma de o fazer.

O Facebook.

Confesso que fui resistente ao Facebook quando o meu pessoal começou a migração. Como praticamente tudo o que esteja na berra, admito esta mania :P
Ultrapassada a resistência inicial, reconheço a excelente ferramenta de comunicação que o Facebook representa, seja ela formal ou informal. É como se cada um de nós fosse um órgão de comunicação online, com uma edição impressa e uma edição online.

No Facebook encontramos o pensamento imediato postado na hora, algo facilitado com a possibilidade de postar via telemóvel. O blogue antes concentrava tudo e mais alguma coisa que surgisse na nossa mente. Agora está reservado para reflexões mais elaboradas, tornando-se uma espécie de publicação mensal com artigos de opinião e grandes reportagens sobre o que nos interessa.
O Twitter na minha opinião berrou, pois valia pelo imediatismo que o Facebook também disponibiliza, para além de outras ferramentas e bonecadas para descontrair.

O online irá superar o "impresso"? Irão os blogues definhar?

quarta-feira, setembro 30, 2009

sexta-feira, setembro 18, 2009

Priberam precisa-se!

No caso desta barracada entre PR e PM, Público e DN, o mais grave acaba por ser o atentado à ortografia portuguesa por parte de Luciano Alvarez, editor de um jornal apologista do rigor e cujo livro de estilo é considerado a bíblia de qualquer wannabe no jornalismo:

"Conseguir-mos", "sucapa" e "pudemos".

Pelo amor da santa, é esta gente que se responsabiliza pelos textos dos outros??!

Agora percebo a rasquice em outras áreas do Público!

Jornal de referência? Não me parece. Acho que o Correio da Manhã consegue ser mais coerente em estilo e temática, sem falar que cumpre o seu papel nos objectivos de vendas.

Titio, é melhor vender este e comprar outro!